Como conviver com uma portadora de Alzheimer

Juliana Teixeira da Silva,                                                                                                       Diretora da Casa de Repouso Viva Bem

Na Viva Bem  temos várias senhorinhas com Alzheimer. São pessoas doces e meigas na maior parte do tempo. Entretanto, podem ficar agitadas, ansiosas e até agressivas.

Após muitos anos de convivência, aprendi que uma paciente com Alzheimer não deve ser contrariada ou contestada. Isso só a deixará mais irritada. Aprendi, também, que uma maneira de tranquiliza-la é prestar atenção no que está dizendo, manter um sorriso e deixá-la tranquila. Algumas dicas:

Seja atenciosa, olhe-a com ternura e carinho. Ela sente isso. Demonstre interesse por ela. Pergunte o que quer, mostre-se solícita para ajudá-la de alguma maneira.

Respeite a velocidade da  paciente com Alzheimer para fazer suas tarefas. Não a apresse. Não exija. Ela está fazendo dentro das suas possibilidades. Ficará triste, chateada e brava se for pressionada para fazer mais rápido.

Porém, haverá momentos em que a portadora de Alzheimer estará nervosa e agressiva. Este comportamento faz parte do quadro da doença. Para acalmá-la jamais discuta. Concorde com ela. Elogie. Sutilmente, vá mudando para assuntos que você sabe que ela gosta. Deixe o ambiente bem tranquilo. Se for possível, convide-a para uma pequena caminhada, saia da sala para um jardim, etc.

Finalizando, identifique  os  motivos pelos quais ela ficou aborrecida ou com raiva para evitar que ocorram novamente.

Porém, lembre-se de que a pessoa com Alzheimer necessita de um acompanhamento médico.

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Alimentação para pacientes com Alzheimer.

Muitas pacientes com Alzheimer podem apresentar desnutrição e perda de peso porque ocorrem diminuição do apetite, perda de paladar ou dificuldade para engolir. Veja como manter uma alimentação saud…

Fonte: Alimentação para pacientes com Alzheimer.

| 21 sinais indicam que o idoso não pode mais morar sozinho.

Idosos podem começar a terem comportamentos estranhos. Os familiares ficam angustiados. A dúvida é se poderão ou não continuar a morar sozinhos. Ou se precisarão mudar para uma casa de repouso. E…

Fonte: | Qualidade de Vida e Carinho com as Idosas. Tranquilidade para os familiares. em WordPress.com

Frequentemente recebo pessoas angustiadas com comportamentos estranhos de familiares idosos. A dúvida é se poderão ou não  continuar a morar sozinhos. Em razão disso, comecei a pesquisar sobre o assunto e reproduzo abaixo 21 comportamentos a serem observados.

Juliana Teixeira da Silva

  1. Acidentes ou problemas recentes, como quedas, emergências de saúde e pequenos acidentes de carro.
  2. Recuperação lenta. Como foi o processo de recuperação das últimas enfermidades? Elas acabaram ficando mais sérias? Houve necessidade de ajuda médica? Ficou em clínica geriátrica ?
  3. Piora de uma condição crônica. É preciso recorrer a algum tipo de ajuda quando ocorre uma piora em problemas como obstruções pulmonares, demência ou insuficiência cardíaca congestiva.
  4. Dificuldades de gestão de atividades do dia a dia, como vestir-se, tomar banho e cozinhar.
  5. Mudanças físicas, como perda ou ganho de peso, aumento na fragilidade ou odores corporais desagradáveis.
  6. Diminuição nas atividades sociais, incluindo passeios com amigos, visitas a vizinhos ou participação em eventos religiosos e outras atividades de grupo.
  7. Muitos dias sem sair de casa, talvez por consequência da dificuldade de dirigir ou do medo de utilizar o transporte público.
  8. Alguém faz visitas frequentes? Caso isso não seja possível, a casa possui sistema de alarme, um alarme pessoal ou um serviço diário de telefonemas?
  9. Existe alguém nas proximidades que possa ajudar em caso de incêndio,  inundação, ou outro desastre? O idoso compreende o plano de ação em caso de catástrofe?
  10. Correspondência desorganizada, espalhada ou fechada. O idoso possui contas atrasadas, bilhetes de agradecimento de instituições de caridade com as quais não contribui e pilhas de revistas fechadas?
  11. Caso o idoso ainda dirija, acompanhe-o em uma viagem para conferir se ele se esqueceu de apertar o cinto de segurança ou de dar a seta antes de fazer uma curva; se apresenta sinais de preocupação, tensão ou distração durante a viagem; ou se existem marcas de acidentes que possam indicar falta de atenção.
  12. Procurar sinais de falta de memória pela cozinha, tais como a presença de produtos perecíveis que já venceram há bastante tempo.
  13. Eletrodomésticos de uso constante quebrados e sem conserto agendado.
  14. Sinais de incêndios. Procure marcas de chamuscado nos botões do forno ou em cabos de panela, além de pegadores queimados e extintores de incêndio descarregados. As baterias de detectores de fumaça e monóxido de carbono estão carregadas?
  15. Uma casa que já foi bem cuidada apresenta sinais de desorganização, sujeira, limo no banheiro e na cozinha e cestos repletos de roupa suja?
  16. Plantas e animais de estimação abandonados.
  17. Sinais de negligência no exterior da casa, como janelas quebradas, calhas e ralos cheios de sujeira, lixo espalhado e caixas de correio cheias de cartas.
  18. Pergunte a amigos se o comportamento do familiar tem mudado recentemente.
  19. Pergunte ao médico do idoso se você deveria se preocupar com sua saúde e segurança, ou se seria aconselhável contar com o trabalho de uma assistente social ou de um cuidador. Caso imagine que a pessoa irá resistir à ideia, peça ao médico para “prescrever” uma avaliação profissional.
  20. Caso seja o principal cuidador, como está se saindo? Está se sentindo cada vez mais exausto, deprimido ou ressentido com todos os sacrifícios que precisa fazer por aquela pessoa?
  21. Não se esqueça do estado emocional dos mais velhos. Se o idoso está ansioso e se sente cada vez mais solitário, talvez seja a hora de buscar as razões por trás disso.

A editora sênior do site Caring.com, Paula Spencer Scott, criou recentemente um guia para ajudar famílias a determinarem quando mudar parentes idosos de suas casas para uma casa de repouso ou clínica geriátrica. Os sinais e questões aqui apresentados  foram adaptados da lista de recomendações de Scott por Jane E. Brody, do New York Times

Como surgiu o Dia das Mães.

Homenageamos, com uma missa, aqui na Casa de Repouso Viva Bem, todas as Mães residentes.

Falar sobre a Mãe é sempre pouco porque nenhum idioma consegue expressar a beleza e a força de uma Mãe. O amor de Mãe é a energia que capacita um ser humano comum a fazer o impossível.

Veja como surgiu o Dia das Mães. Ficarei muito feliz se você compartilhar este post nas suas redes sociais.

Ann Maria Reeves Jarvis, nascida em 1832, nos Estados Unidos, teve 12 filhos mas só viu 4 deles chegarem a idade adulta. Na época a higiene era precária e as crianças morriam de diarreia.

Preocupada com isso, ela fundou centros (Mothers’ Day Work Clubs) em diversas cidades para tentar melhorar as condições de higiene e saúde das crianças e suas famílias e diminuir a mortalidade infantil.

Anna, filha de Ann, e algumas amigas prestaram uma homenagem aquelas mães, na igreja que frequentavam, no dia 12 de maio de 1.907.

Expansão

Nos anos seguintes, Anna passou a lutar para que o Dia das Mães fosse uma data nacional. A ideia era que na data as pessoas pensassem de forma mais intensa em suas mães.  A campanha teve boa aceitação e em pouco tempo vários estados americanos já tinham aderido à comemoração. Em 1914, o presidente Woodrow Wilson oficializou o segundo domingo de maio como o Dia das Mães nos EUA, para “a expressão pública do nosso amor e referência às nossas mães”.

No Brasil

Inspirados na comemoração americana, a Associação Cristã de Moços do Rio Grande do Sul  começou a celebrar o Dia das Mães em 1918. Em 1931, após participar do Dia das Mães da ACM de São Paulo, a feminista e ativista política Alice Tibiriçá apresentou uma moção ao Presidente Getúlio Vargas pedindo para ser instituído no segundo domingo do mês de maio o Dia das Mães. No ano seguinte, em 1932, Getúlio Vargas assinou o decreto que oficializou a data no Brasil. Preparei este texto inspirada no site Sempre Família. Espero que você tenha gostado e compartilhe com suas redes sociais clicando nos símbolos ao lado.

Um abraço,

Juliana Teixeira da Silva

Quem cuida bem de uma idosa ?

      Juliana Teixeira da Silva, Diretora da Casa de Repouso Viva Bem

Chega um determinado momento em que o idoso apresenta limitações decorrentes da própria idade ou de alguma doença que o acometeu. A família nunca se viu diante de uma situação similar e precisa solucionar este problema que possui grande carga emocional.

Quem contratar? Onde encontrar ? Como saber se é competente e atenciosa? E as histórias que já ouviu ? Muitas dúvidas pertinentes acometem aqueles que terão a responsabilidade de decidir. Mais difícil ainda quando é apenas uma pessoa responsável pela decisão.

A pessoa que será encarregada de cuidar da idosa deverá:

  • Prestar todos os cuidados básicos desde higiene pessoal, alimentação, carinho e companhia para aquela (e) que necessitará ajuda e cuidados diários.
  • Ter paciência, gentileza, tato e senso de humor principalmente se o idoso não admite que necessita  ajuda ou cuidados especiais.
  • Comunicar-se e relacionar-se bem para desenvolver o carinho e confiança no relacionamento.
  • Respeitar o direito à independência e à privacidade na medida do possível.
  • Transmitir ao idoso o seu respeito e carinho por ele através de palavras e atitudes.
  • Ouvir com atenção e interesse o que ele quer dizer. Se o idoso tem problemas de audição, ao invés de gritar, fale mais devagar, mais claro e pronuncie bem as palavras.
  • Respeite suas vontades e desejos. Não pense por ele mas para ele. Se ele não puder transmitir suas vontades tente  identificar o que ele quer antecipadamente.

Uma  cuidadora  deve  ter  como objetivo manter a idosa a mais independente possível  além de  ativa social  e fisicamente.

Por esta razão, a competência profissional  das cuidadoras da                                              Casa de Repouso Viva Bem, associada a carinho e atenção, adiciona vida aos anos de nossas idosas queridas.

Venha visitar-nos. Terei  imenso prazer em mostrar, pessoalmente, as instalações e as atividades realizadas na Casa de Repouso Viva Bem.

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(*) Juliana Teixeira da Silva é Diretora da Casa de Repouso Viva Bem
diretoria@casaderepousovivabem.com.br

QUEBRA CABEÇAS PARA ALZHEIMER